Pesquisa nos arquivos portugueses, leitura de registos antigos, árvore e genograma.
À distância, a partir da Alta Saboia, para França, Suíça e Portugal.
Muitas famílias que emigraram de Portugal perderam o fio da sua história. No entanto, os vestígios existem: registos paroquiais desde o século XVI, registos civis, processos de casamento. Basta saber onde procurá-los e como lê-los.
Português antigo, letra manuscrita, abreviaturas dos párocos.
DigitArq, Torre do Tombo, arquivos distritais, Conservatórias.
Nomes, alcunhas e lugares que mudam de um registo para outro.
Transcrição, tradução e levantamento de todos os nomes: pais, avós, padrinhos, testemunhas.
Um ramo, paterno ou materno. Árvore em PDF, cópias dos registos, síntese dos factos comprovados e das hipóteses.
Os dois ramos em 4 gerações, cerca de 15 antepassados. Árvore e caderno genealógico entregues em PDF.
O seu genograma em 5 gerações e duas sessões de análise transgeracional. Com ou sem pesquisa dos registos.
Leitura de 3 registos: 120 €. Pesquisa específica (exposto, dispensa matrimonial, arquivos de Lisboa): 50 € por hora, mediante orçamento.
Os custos de documentos oficiais (certidões, cópias de arquivo) são faturados ao preço real.
Gratuita, para compreender o seu pedido.
Nomes, datas, lugares, documentos de família.
Nos arquivos digitalizados e nas Conservatórias.
Árvore, registos e síntese em PDF.
Entre Fátima, Ourém e Ponte de Sor, reconstituí as minhas linhagens até antepassados nascidos por volta de 1575, registo após registo: livros paroquiais digitalizados, registos civis das Conservatórias, processos de dispensa matrimonial e até o rasto de um bisavô exposto do Hospital de São José, em Lisboa. Eis o meu genograma. Continua sempre em evolução: cada novo registo encontrado nos arquivos vem enriquecê-lo.
A roda dos expostos
Este bisavô foi deixado na «roda» de Lisboa: um mecanismo giratório embutido na parede da instituição de acolhimento, gerida pela Santa Casa da Misericórdia, onde se podia entregar um recém-nascido sem ser visto. Uma «rodeira» recolhia-o do outro lado, mandava batizá-lo e dava-lhe um nome. Era-lhe atribuído um «sinal»: um objeto de reconhecimento cortado ao meio, ficando uma metade com a criança e a outra no arquivo, para que um dia a família o pudesse reaver. Ainda se conservam mais de 68 000 destes sinais, de 1780 a 1926. No registo de batismo do seu filho, em 1895, é dito «exposto»: os pais são incógnitos, e a sua linhagem termina aí, às portas da roda.
Genograma sempre em evolução. Os nomes das pessoas vivas estão ocultos. A coluna da esquerda indica a geração e o grau de parentesco (legenda em francês).
Ver o genograma em grande (PDF ampliável)
Os nomes, datas e lugares que conhece, mesmo incompletos: um nome próprio, uma aldeia ou a fotografia de um documento de família chegam muitas vezes para começar.
Conte com duas a seis semanas por linhagem, consoante o estado dos arquivos e a disponibilidade dos documentos oficiais.
Não. As certidões pedidas às Conservatórias e as cópias de arquivo são faturadas ao preço real, sem margem.
Não. Encontro os registos e entrego uma tradução de trabalho, não oficial. Os processos e as traduções certificadas cabem a outros profissionais.
Sim. Tudo se faz por videochamada, telefone e e-mail, em França, na Suíça, em Portugal e noutros países.
Um sinal de 30 % na encomenda e o restante na entrega dos resultados, por transferência bancária. A leitura de registos paga-se na encomenda. Tudo está detalhado nas condições gerais de venda.
Alguns livros desapareceram ou têm lacunas, e algumas linhagens interrompem-se (exposto, livro destruído). Nesse caso, explico-lhe porquê e indico as pistas que restam. Se um registo estiver ilegível, aviso-o antes de faturar.
Sim. Servem apenas para a sua pesquisa: não são publicados nem transmitidos a ninguém.
Diga-me o que já sabe da sua família: respondo-lhe com um orçamento.
Escreva-me: contact@genealogia-portugal.com
ou ligue para +33 7 68 45 75 36.
